Sete maneiras de melhorar o desenvolvimento de software

15 12 2008

Para se concretizarem, os projetos de software exigem investimentos, apoio, cuidados, trabalho árduo e dedicação. Uma boa prática de gerenciamento de entrega garante que, depois de criado, o software possa ser implementado com êxito, atendendo às necessidades da área que o solicitou e, ainda, de outras unidades que queiram utilizá-lo no futuro.

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A Web requer muito mais do que apenas publicidade

26 11 2008

O mundo da publicidade está sendo virado do avesso pelas mudanças aceleradas na comunicação. Isto não é novidade, afinal, a internet foi e é o grande catalizador da maioria das mudanças que vemos e de que participamos no dia-a-dia. Rapidamente, agências de publicidade estão buscando espaço nesta competição on line, criando novos departamentos, sintetizando em caráter de urgência a necessidade de seus clientes em marcar presença no mundo virtual. Mas a pergunta que se faz é: será que o consumidor está absorvendo isso?

Somos alvos de uma enxurrada de campanhas, apelos cada vez mais sedutores que em sua maioria são difíceis de marcar nossa memória. Fazem o Branding do momento, mas depois dão lugar a outros apelos mais enfáticos ainda e das formas menos convencionais que possamos imaginar. Quem vence nessa guerra? A resposta é: Aquele que consegue envolver o público por todos os lados, do “on line” ao “off line” e vice-versa, utilizando a integração como chave.

Walter Longo, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm, diz que “A grande tendência é a transformação das agências de maneira a atuar com igual peso em cada uma das áreas do tripé publicidade, entretenimento e interatividade“. E o prazo para essa adaptação é emergencial. Ainda segundo Longo, a reestruturação é a única forma de dar longevidade às agências – que terão que dominar diversas novas áreas para atender os clientes com eficiência.

Ações inteligentes, que conseguem marcar presença na mente do consumidor, são mais eficazes quando participam do cotidiano. Nascem nesse espaço físico, mas tocam no digital e vice-versa. Não separam um conteúdo para uma determinada mídia e alocam outro para as demais, mas são tão flexíveis que fazem com que o meio se torne obsoleto e a mensagem sim, evidente.

É hora de profissionais de Comunicação reverem conceitos e respirarem para poder mergulhar bem fundo, porque o mar está a cada momento mais navegável. O consumidor já “pescou” isso.





Diga CIM, pequena agência

26 11 2008

Pequenos empresários interativos precisam buscar o diferencial neste mercado cada dia mais competitivo. A receita pode ser simples.

A “indústria” da internet é, em geral, caracterizada pela competição acirrada envolvendo a troca de serviços que, em muitos casos, soam no mínimo estranhos aos ouvidos da maioria das pessoas. Hoje para os profissionais da área, é corriqueiro lidar com termos complexos ao vender mão de obra para o pequeno e médio empresário que, como resposta, sente uma grande insegurança ao tentar contratar agências que representem suas marcas na web. A comunicação com este tipo de cliente se torna cada vez mais difícil e a prática do marketing parece não vir se adaptando às mudanças que estão acontecendo no mercado atual.

A (CIM) Comunicação Integrada de Marketing é o processo de desenvolvimento e implementação de várias formas de comunicação com clientes existentes e potenciais, com o objetivo de influenciar diretamente o comportamento do público alvo. É utilizar ferramentas como a propaganda, marketing direto e marketing digital de maneira integrada a fim de consolidar uma imagem no mercado, se diferenciando da concorrência. Em poucas palavras, é transmitir a mesma mensagem para o público.

O termo foi abordado por James R. Ogden em seu livro “Comunicação Integrada de Marketing”. Para ele, o marketing é compontente essencial para o planejamento estratégico de uma empresa. Todas as vertentes de comunicação e marketing somam seus esforços para promover a unidade das mensagens da organização e garantir a eficácia do processo de comunicação frente ao público.

A implementação de um plano de CIM não é complicada, muito pelo contrário. Há alguns anos, ao coordenar a área de criação de uma agência interativa, participei deste mesmo processo, que pode parecer um pouco traumático em sua fase inicial, mas leva o oxigênio necessário para o pequeno empresário expandir sua atuação sem entraves. Podemos delimitar a CIM nas seguintes etapas:

Estratégia: Delinear claramente sua visão e missão para o mercado e focar uma estratégia em seu consumidor, analisando custos com um novo posicionamento. É importantíssimo direcionar todos os envolvidos neste item.

Táticas de CIM: Integrar todos os aspectos operacionais de sua comunicação. Publicidade, marketing direto, digital, promoção e demais ferramentas devem atuar em conjunto.

Plano de CIM: Apresentação de todas as ações envolvidas no plano de comunicação integradas ao marketing.

Avaliação e controle: Avaliação de estatísticas de participação no mercado e avaliação para as campanhas realizadas.

É um fato a importância da CIM, mas na prática vemos poucas agências trabalharem de forma inteligente seus conceitos. Na maioria das vezes existem adaptações técnicas e com pouca estratégia. Quando bem aplicado, este é um passo que faz com que a pequena agência tenha o controle total sobre a forma de exposição, um espelho que reflete a imagem da empresa. É sobretudo uma ótima pedida para quem desejar se remodelar para o mercado e mostrar mais eficácia na captação e fidelização de novos clientes, sem mistérios ou rodeios.